O mogno-africano foi introduzido no Brasil para ser produzido em escala comercial e substituir o mogno-brasileiro devido à intensa exploração e problemas de praga, ocasionando a proibição legal da exploração e comercialização desta espécie, o que gerou demanda por produtos alternativos. Diante disso, o objetivo do trabalho é avaliar a germinação, desenvolvimento do mogno-africano e brasileiro em diferentes substratos e tratamento pré-germinativo. O delineamento experimental foi em esquema fatorial de 2 x 3 (duas espécies e três substratos). Foram avaliados o grau de umidade, sanidade, porcentagem de germinação (G%), Índice de Velocidade de Germinação (IVG), Tempo Médio de Germinação, altura (H), diâmetro do colo (DC), número de folhas (NF) e comprimento radicular (CR). A germinação dos mognos brasileiro e africano teve influência positiva dos tratamentos pré-germinativos sem pericarpo. Quanto ao substrato, a vermiculita apresentou melhores resultados para as duas espécies tanto na germinação quanto no desenvolvimento das plântulas. A não desinfestação das sementes dos mognos apresentou maior incidência de fungos na ausência do pericarpo. Diante disso, recomenda-se a utilização de tratamento pré-germinativo para o teste de germinação dos mognos em substrato papel mata-borrão e vermiculita com a desinfestação das sementes antes de semeá-las. Palavras-chave: Produção de mudas, Sementes florestais, Meliaceae, Swietenia macrophylla King., Khaya ivorensis A. Chev.
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Carvalho, J. C., Santos, E. B., Reis, A. R. S., Reis, L. P., & Santos, J. X. (2016). Efeito de Tratamentos Pré-Germinativos e Substratos na Germinação e Crescimento de Plântulas de Mogno-Brasileiro e Africano. Biota Amazônia, 6(3), 84–88. https://doi.org/10.18561/2179-5746/biotaamazonia.v6n3p84-88